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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Os Melhores Álbuns de 2010
























10 Tulipa Ruiz, “Efêmera
Uma marola de frescor entre as novas musas da MPB (?) que andam de pé descalço e frequentam a Vila Madalena - se bem que ela provavelmente frequenta a Vila Madalena descalça, mas enfim - Tulipa Ruiz soa como algo diferente. Ela é uma das poucas paulistanas que derrubam minha teoria de que a nova geração paulistana não sabe (ou é muito pretensiosa para aprender à) cantar.

























9 Daft Punk, “Tron Legacy”
Apesar de algumas músicas que poderiam ter sido feitas por qualquer compositor megalomaníaco da Disney, essas foram feitas pelo Daft. Não é o melhor álbum deles, mas acho que nenhum crossover músicaXcinema fez tanto sentido quanto esse.
























8 Cee Lo Green, “The Lady Killer”
Preferia quando ele se apoiava na própria loucura, mas esse pulo pro pop rasgado ficou fácil e ainda complexo. Música pra toda família.
























7 Sleigh Bells, “Treats”
Pancadão limpo. Direciona a histeria pra um ponto comum. É bem pouco original por parecer uma mistureba de muitas coisas, mas soa com vitalidade.
























6 Les Savy Fav, “Root for ruin”
É uma das únicas bandas que o termo post hardcore parece fazer sentido. São experientes, mas ainda incomodados. Não investem em pirotecnias, em novas velhas fórmulas, músicas épicas ou parcerias espalhafatosas, mas só no talento e expressividade de cada um dos membros da banda. Nesse álbum eles colocam os dois pés no chão e reafirmam que música boa também pode ser simples, mas nunca simplista.

























5 Arcade Fire, “The Suburbs”
Visto como a pedra fundamental da música em 2010, chegando a ter sua importância e qualidade comparadas ao Kid A, do Radiohead. Comparações a parte, esse me parece o álbum que realmente condensou o espírito do ano, apesar dessa afirmação só fazer sentido daqui à algum tempo.
























4 Gil Scott-Heron, “I'm New Here”
O único maldito que ainda vale a pena ser ouvido. Fico feliz por ter conhecido Gil Scott-Heron por esse álbum, entender o que ele representou e o que ele representa hoje, por sua própria voz.
























3 The Black Keys, “Brothers”
Garageira de boutique, mas ainda assim honesta. Um bom rebento do blues que mostra algumas variações incomuns que o gênero e seus sub-gêneros podem alcançar.


















2 Gorillaz, “Plastic Beach”
Apelando pros mais variados convidados, representa o que o Spirit of the Apollo (do N.A.S.A.) foi em 2009 - gente nova, gente velha, gente talentosa fazendo misturando geral. Damon Albarn sabe com quem falar. Lou Reed, Mos Def e companhia que o digam.


















1 LCD Soundsystem, “This Is Happening”
O mais divertido, rabugento, espirituoso e irônico do ano. É uma contradição incrível. Aqui uma resenha do Alexandre Matias que contextualiza o álbum e deixa ele ainda melhor.

E ainda esperando por um novo do Macaco Bong.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Os Selvagens da Noite (The Warriors) e seus infinitos reverberes

Esse post faz parte de uma nova série: filmes obsessão. Dentre os vários filmes que eu já assisti, existem aqueles que, mesmo assistidos mais de 4 vezes, nunca perdem a graça. Cada um deles acontece numa época distinta, e dois filmes-obsessão nunca se sobrepõem. Tipo Highlander, um dá lugar ao outro.

Dessas obras, muitas vezes não reconhecidas pela sua gr
andiosidade, surgem os tais infinitos reverberes. Qualquer coisa que faça parte do universo desses filmes que seja interessante o suficiente pra ser replicado\readaptado pra algum outro lugar desse mundão de meu Deus.

O primeiro deles é o mais recente dos meus filmes obsessão: The Warriors - Os Selvagens da Noite. Assistido depois de ter jogado a melhor e mais sensacional adaptação para videogames, The Warriors é algo que não pode deixar de ser assistido, nem por cima do cadáver da sua mãe.

Pra quem não entendeu, recursos audiovis
uais neles:



Com uma trilha e fotografia absurdamente
imersivas, que só cabem única e exclusivamente nessas cenas, nessa época e nesse filme, The Warriors é perfeitamente datado. Isso, perfeitamente datado.

Nesse clima de azaração entre gangues rivai
s que se vestiam com coletes e ombreiras, fazendo questão de mostram de que época vieram, um paralelo urrou em minha cabeça: Bandas que seriam ótimos boopers.

Tirando aqueles grupos excessivamente fantasiados, galhofeiros (sem bem que o Kiss seria uma ótima) muitas das bandas que existem por aí seriam ga
ngues perfeitas, que representariam bem suas, digamos assim, motivações musicais.

Então vamos começar.

Franz Ferdinand
Quem viu o baterista de botas vermelhas tocando no Circo Voador sabe do que eles são capazes. Além das referências nas músicas “Eleanor Put Your Boots On”, “Bite Hard” e “Jacqueline” são referências (por puríssima e inadequada livre associação minha) e homenagens aos exércitos da noite. Ó só:


"Eleanor Put Your Boots On"

Eleanor put those boots back on,
Kick the heels into the Brooklyn dirt,

I know it isn't dignified to run,
But if you run,

You can run to the Coney Island roller coaster,
Ride to the highest point and leap across the f
ilthy water,
(…)

Viu?

Justice
Por motivos óbvios.



Comunidade Ninjitsu
BRINKS, mas o seu é despachante.


Eagles of Death Metal
Eles tem o melhor nome de banda, a melhor banda e a melhor música. Sairiam distribuindo riffs, guitarradas e chutes giratórios.


Arcade Fire
Só pela quantidade de membros já seria o maior exército das ruas.

Gogol Bordello
Pela pose de revolto porém festeiro, mas talvez levassem um pau de qualquer outra gangue daqui.


The Hives
Além do vocal ser igual ao Alex (Malcolm McDowell) do Laranja Mecânica , só por essa fotos deles correndo na sua direção já deveria dizer alguma coisa.
Fora que a fúria bem medida dos caras bota medo. Quem foi no Orloff Five de 2008 sabe.

Otto
Ele seria todos os mendigos que vagam pelas ruas sujas de Nova York. E não adianta colocar copinho de vinho na foto não.


Motorhead não entra porque essa disputa não é digna o bastante para o Lemmy.

De todas essas gangues listadas, acho que a única que daria algum trabalho pro The Warriors são os caras do Eagles of Death Metal. Mais pela fanfarronice de que pela paudurescência.

E pra quem quiser entender com exemplos o que são os filmes obsessão tipo Warriors, segue uma lista completamente sem critério ou pudor:

Arrebentando em Nova Iorque / Old Boy/O Lutador /A Ilha da Garganta Cortada/ O Hospedeiro/ Blade/ [REC]/ Onde Os Fracos Não Tem Vez /Snatch – Porcos e Diamantes/ Senhor dos Anéis /Matrix /Tropas Estrelares /Zoolander /Madrugada dos Mortos /Ali /Cidade de Deus /A Vida Marinha com Steve Zissou /Jurassic Park /
Evil Dead - A Morte do Demônio /Uma Noite Alucinante /O Resgate do Soldado Ryan /
Amores Brutos /Querida Wendy /A Noite dos Mortos Vivos /Amnésia /Clube Da Luta/ Gladiador /Era Uma Vez no Oeste /Fuga para Vitória /Corpo Fechado /Sinais/ Bons Companheiros /Garotos Perdidos / Os Batutinhas/ Marcas da Violência /Fale Com Ela / ...

E outros milhões, cada um em sua devida época.


PS: Encontrei essa página que mostra um fã alucinado com os atores do filme nos dias de hoje. Sensacional.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

O que me importa o Michael Jackson

Mais ou menos entre 1990-1992.

Esse foi o primeiro cd que eu comprei na minha vida. Mobilizei aqueles que poderiam ser mobilizados para me levarem naquela fantástica e extinta loja do Shopping Morumbi, a Hi-Fi.

A vontade que surgiu depois de assistir aquele filme fantástico, que passou umas mil vezes em todos os possíveis horários de filmes do SBT. Moonwalker (1989).

Depois dele veio o jogo de Mega Drive, que eu nunca consegui jogar direito e, confesso, achava um pouco chato.


Antes do filme, da compra do cd e do joguinho-plataforma, minha mãe tinha em fita cassete uma coletânea fantástica com várias músicas do Michael, que não saiu do meu walkman durante uns bons dois anos.

Não que entendesse de música (ou entenda lhufas agora), já que minha outra banda preferida nessa mesma época era New Kids on The Block (o hit Step By Step, mais precisamente), mas porque essa desgraça de coletânea era simplesmente incrível. As músicas eram genuinamente legais, sem tirar nem por.

Ele parou de fazer sentido já havia muito tempo. Não faço idéia de quando deixei de prestar atenção nas notícias, nos bebês pendurados, do menino na roda-gigante, nas entrevistas escandalosas, nos hábitos bizarros ou qualquer coisa que o envolvesse. Fugiu um pouco da caricatura de megastar e ficou em algum lugar entre algum tipo de grandes frustrações e tentativas patéticas.

Só me toquei na falta que ele vai fazer quando escutei uma homenagem feita por gente nova, e que as músicas continuavam inalcançáveis pra qualquer um que não fosse ele mesmo. Saber que nunca mais surgir nada genial do Michael, é pior do que achar que ele não conseguisse fazer mais nada.

Então tá, né? Tchau.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Drops de vira-latas

Váias vezes, principalmente dentro daquele momento meio ócio, meio preocupado que vem lgoo depois do almoço, um bando de gente fina, elegante e sincera costuma me mandar valiosas dicas musicais

Digníssimos como Zé Eduardo, Francine Guilen, Mico Hugerth, Júlio Delmanto(o analógico), Daniel Sollero, Natalia Kuschnaroff, Doda Lobo, Manu Laragnoit, Caks, Renato Davini, Lucas Fortes e Bruno Brandão me mandam aqueles pitacos sonoros, vindo em formato de clipe, página do myspace ou qualquer um desses adventos, que me apresentam as melhores e mais legais bandas que surgem (ou pelo menos aparecem) por aí.

E pensando nisso, lembrando do mais honrado e sensacional blog sobre música, o Eu Ovo, decidi fazer uma pequenina página pra concentrar os melhores dessas indicações, e como eu me interessei por elas.

Então por isso criei uma pagineta no Tumblr, que passou a fazer um pouquinho mais de sentido. É só ir no ispure.tumblr.com e dar uma olhadela. E juntando o útil, o bonito e o agradável, coloquei os álbuns das bandas citadas no rapidshare, ilustradas com um poster ainda mais dygno.


E pronto, tô me divertindo com isso.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Mar de memes

Nessa onda muito louca dos memes aqui pelo blog, agora recebo um de Tayra, a gênia brazuca-judônica que escreve aqui, de onde veio o meme, e acolá, de onde saem pérolas sobre cinema nacional.

É o seguinte: escolha a banda que você mais gosta e responda o questionário abaixo apenas com nome de músicas da dita cuja.

Uma das minhas bandas que já foram favoritas são os extintos LoserManos. Como todos sabem, eles se desmembraram e viraram manchete do Cidade Alerta e do blog do Lúcio Ribeiro. Atualmente, prefiro algumas outras (também extintas At The Drive In e Kyuss), mas vá lá! Los Hermanos fizeram parte da minha vida e é uma das únicas bandas que eu conheço praticamente todas as músicas, fora que responder o questionário em português é mais legal.

E as perguntas são:

01. Você é homem ou mulher?
Tenha dó.

02. Descreva-se
Outro Alguém

03. O que as pessoas acham de você?
Cara Estranho

04. Como descreveria seu último relacionamento amoroso?
Descoberta

05. Descreva sua atual relação com sua namorada ou pretendente:
Samba a Dois

06. Onde queria estar agora?
Horizonte Distante

07. O que pensa a respeito do amor?
Conversa de Botas Batidas

08. Como é sua vida?
O Vento

09. O que pediria se pudesse ter apenas um desejo?
Mais Uma Canção

10. Escreva uma frase sábia
Todo Carnaval Tem Seu Fim

11. Agora diga tchau:
Tá Bom

E fim.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

O melhor show do mundo do último fim de semana.

Quem disse que sueco é frígido, loiro, branco (vermelho quando pega sol) e muito liberal? Ok, loiro, branco e muito liberal até dá pra concordar, mas frigidez é a última coisa que dá pra acreditar depois do Hives.

No Festival Orloff Five, foram riffs histéricos, saltos ornamentais, batidas no peito a lá King Kong, dedos apagando a brasa dos mamilos e rock, um belo e barulhento bocado do bom e velho rock.


Grande parte da barulheira e da empolgação que chegou pro Hives foram resquícios do pandemônico, apocalíptico e absurdamente transcendente show do Melvins. O que era pra ser um power trio das profundezas, acabou entrando com dois bateristas e virou um über-mega-power-ultra trio de quatro pessoas. E eles ainda tiveram a pachorra de cantar o hino americano, se divertiram com os copos e papéis jogados e foram embora.


Dá-lhe tomar uma cerveja e discutir política, super propício.

Vieram as meninotas do Plasticines. São todas bonitinhas, que entravam na Milo da terra delas e não pegavam fila, e decidiram montar uma banda. Aprenderam a tocar direitinho, fizeram umas musiquinhas lá e teve gente que gostou. Cansou logo na terceira música, com tudo agudinho demais.
E aí eles entraram. Com o coroado agazão preto-e-branco ali atrás (sim, eles são notáveis corinthianos), coisa ruim não iria aparecer. E, dizem as más línguas, que foram quase duas horas de show intenso. Notei uns 10-15 minutos, no máximo. E pra sair com alma lavada, torcida e escorraçada, faltaram Outsmarted e Untotured Youth. Tudo bem, na próxima, quem sabe.

PS Nacional: O Vanguart também apareceu. Tocou exatos 45 minutos, aquelas que quase todo mundo sabe, e foram embora. Depois do ter ido no quarto show deles, agora só quando lançarem alguma coisa nova.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Festival Vai Sonhando

Ingresso para o show mais legal do ano!


O set-list perfeito, mais do que isso seria muita informação! Dica de André Lopes, o gênio das anedotas, que mostrou esse site, fantástico.

Você pode customizar desde letreiros de cinema, brasões, distintivos, e uma pá de coisa bacana.

O triste ter que ficar inventando esses ingressos enquanto tínhamos o Tim como grande esperança. A bomba (estrela maior do festival) desse ano será Kanye West. Um Festival que já trouxe Strokes, Arcade Fire, Arctic Monkeys e Bjork agora desandou de vez. E haviam esperanças sobre o Leonard Cohen, que seria genial.

Então as esperanças estão depositadas no Planeta Terra, que deciciu vender seus ingressos no escuro. Vai ter desconto quem tiver colhões suficientes e comprar os ingressos antes mesmo de saber a programação.

Obviamente, como antes mostrava o set list, o Racounters e o Queens of The Stone Age não virão, mas deve valer a pena mesmo assim. Pelo menos Block Party vem certeza. As vendas começam dia 7 de Setembro, depois da ressaca do Hives, Melvins e Vanguart que rolam no Orloff Five.


Dá-lhe!

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Um tostão daquela voz

Single do novo álbum do Franzzzzz Ferdinand, conhecida também como banda mais legal do mundo e com os melhores shows da galáxia. Tirando a sacanagem que foi colocá-los pra abrir o megalomaníaco do Bono, assisti os caras no Circo Voador- RJ, com 2500 pessoas, os caras do Los Hermanos, Chopp Brahma e TODAS as músicas dos dois Cds...morte cerebral e vida longa ao Art-Rock e aos cariocas.



Peguei no The Suicide Handbook.

E o Rockfella disponibilizou a nova música do Kings of Leon. Simplesmente necessária, mesmo sem ainda ter escutado. Aproveite pra ver a nova do cara do System Ofodão e do Soufly... se seus ouvidinhos delicados aguentarem.

Até

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

La Música del Lúcio e o Árduo Álvaro.

Dois dos lugares mais legais pra se ler, ver e escutar música são rebentos de Lúcio Ribeiro e Álvaro Pereira Júnior, os caras mais ligados e imersos em música que eu tenho visto por aí. Não que eu seja um grande buscador de personalidades cítricas, de grandes crônicas que irão engessar essa ou aquela época, pretensão ou banda boa mesmo. Eles simplesmente mostram bandas sensacionais e metem o pitaco.

O Lúcio Ribeiro, autor do blog Popload, é mais estilo blogueiro, falastrão, mostra os festivais, o que bomba e, de vez em quando, fala sobre o que gosta. Mas o que realmente pega por aqui é a rádio desse blog. Levada por ele e pelo Fábio Massari (o carequinha que apresentava Mondo MTV) as músicas são über duper bem intercaladas e mostram, com palavras iluminadas de sabedoria e entusiasmo, suas bandas e músicas preferidas. E se não bastasse, ele é a fonte de quais são os shows que virão pro Brasil, pelo menos a minha.

Já o Álvaro, macaco velho do jornalismo, é o crítico que nunca soube ser outra coisa...pelo menos com música. E nem por isso ele é pior. Dele, sei da coluna Escuta Aqui! no caderno Folhateen, cheia de farpas e asperesas, que faz questão zero de agradar por agradar. E quando fala bem de algo, hum, dificilmente aquela banda o desapontará. Como a que degusto agora, The Hold Steady. Dele também encontrei essa coisa fantástica:



Gnarls Barkley, banda suinguera-ra-rá com problemas mentais reais cantandoRadiohead, de mentais líricos. Fica difícil não gostar do cara depois dele ter mostrado isso...mesmo ele sempre metendo pau no Kings Of Leon.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

O mais novo estrondo do IndieBlogueRocke

Nós do 2001 Beach Volleyball World Championships acabamos de lançar o "Be Declared Brain Dead"

Funciona assim:

1) acesse http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random - o título da primeira página aleatória que aparecer será o nome da sua banda.
2) vá pra http://www.quotationspage.com/random.php3 - as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.
3) acesse http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/ - a terceira foto, não importa qual seja, será a capa do seu disco

E agende shows.
Só não iremos tocar na abertura do Studio SP porque o nosso baterista ficou preso em Washington, junto com o pessoal do Racounters e do Black Lips. Uma pena.

Mesmo assim não deixarei de prestigiar.

Vi essa coisa mais legal do mundo no azar o seu, querida.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Desenhos, gatos e algo melhor que prince

É a música de um tal de Flairs, seja banda ou pessoa, não conheço nem de ouvido.

Mas o que chama a atenção é a dupla Jonas e Francois, que fez o fantástico D.A.N.C.E., do Justice, aquele das camisetas.

É um hit chicletinho, mas bem melhor que Prince.

Aí com

3000 mil folhas sulfite

Uma impressora/ scanner

7 canetas pretas

E tudo feito à mão




Deu nisso.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

A Dupla Estranhinha

Tem uma dupla - que eu achava que era uma banda com chewbacca, jango feet, stromtroopers, etc.. - que faz um hip pop funkadelic sensacional!

Normalmente os cds de pop, não dessa vertente recém inventada por mim, enjoam muito rápido. Não dá tempo e muito menos vontade de tentar escutar un poquito más. É a rádio tocando e a melodia tilintando em tudo quanto é lugar...como a tristeza profunda que foi a exploração daquela música da trilha do Kill Bill do assobiu. Fantástica,destroçada em remixes e mash-ups dos mais diversos desbravadores, inovadores e picaretas djs do mundo. Assim a pessoa se esgota.

Mas os dois aqui em pauta, os estranhinhos, são surpreendentes! Esse clipe é quicante! Tem várias referências -até uma inimitável dancinha lateral-, uma estética traslouca que homenageia e é original, sem tirar a atenção do objeto mor: la música.

Bom, sem mais:



Corra gazela, corra por sua vida! Mas requebrando.

vi o clipe novo a retumbante notícia que o cd novo da banda havia chegado no Rockfella

PS: Só o Justin que fica metendo o bedelho em tudo quanto é coisa legal. Sai fora mano, assim ficar difícil te odiar com todas as forças!

PS2: A capa da Rolling Stone gringa, uma das coisas mais legais que eu já vi. Notem o sorriso de muleque do Jack e a alegria vivida dos dois fodões. Cara, essa capa é bem significativa.