Uma epifania ifanto-ludopédica.
Puxa, Fernando, você deveria ser estudado, fotografado, endeusado e canonizado por tamanha sagacidade e vivacidade intelectual! Meus parabéns!
Quando você escolheu seu time, seu discernimento futebolístico devia estar entre ZERO e o NADA. O grande estímulo deve ter vindo do seu pai, da sua mãe, do seu primo mais velho ou até mesmo da afinidade com o time mais legal do álbum do Brasileirão.

Disso pra você se ver na faculdade, trocando ofensas calculadas, com número de título, equações que provam que o seu majestoso é melhor e você mostra, por A + B que realmente é MUITO GÊNIO de ter chutado uma cor de camisa quando tinha 4 anos. "Isso e bosta pra mim é a mesma coisa" (frase do @lucascdebarros).
E a parte realmente incrível disso tudo é realmente torcer. Loteria pura. Existe um conto do Borges (no “Ficções”) chamado “A Loteria da Babilônia”, que foi de onde surgiu tudo isso. No início dos tempos, foi criada a Loteria, que nada mais é do que o Acaso. As coisas acontecem, por pura sorte ou azar, e todas as pessoas estão sujeitas a Ela.
E como numa disputa de pênaltis, a escolha do seu time foi loteria. A graça da coisa tá realmente em discutir, usar argumentos esdrúxulos como - Neto já substituiu Pelé;
Resumindo: torça pra quem quiser, mas não vamos burocratizar os argumentos. O Caio e o Cléber Machado já fazem isso muito bem, pontualmente e estruturalmente.

PS1: Qualquer pessoas que tenha trocado de time depois dos 8 anos não tem o menor direito de falar qualquer coisa sobre o assunto.
PS2: Provavelmente ele(a) será são-paulino(a).
Na verdade, discutir futebol faz muito sentido. O que realmente não faz sentido é discutir futebol com estatísticas, número de títulos, eficiência em campeonatos e essas putaria de nêgo metido a sociólogo-contador.
Quando você escolheu seu time, seu discernimento futebolístico devia estar entre ZERO e o NADA. O grande estímulo deve ter vindo do seu pai, da sua mãe, do seu primo mais velho ou até mesmo da afinidade com o time mais legal do álbum do Brasileirão.

Aí quando você vê, já está na terceira série, distribuindo murro nos amiguinhos mais afeminados que falavam mal do estilo do Wilson Mano.
Disso pra você se ver na faculdade, trocando ofensas calculadas, com número de título, equações que provam que o seu majestoso é melhor e você mostra, por A + B que realmente é MUITO GÊNIO de ter chutado uma cor de camisa quando tinha 4 anos. "Isso e bosta pra mim é a mesma coisa" (frase do @lucascdebarros).
Gralak é o verdadeiro patada atômica; certeza que o Rubinho só não ficou no Corinthians porque a família Elias já havia marcado território no time alvinegro.
Resumindo: torça pra quem quiser, mas não vamos burocratizar os argumentos. O Caio e o Cléber Machado já fazem isso muito bem, pontualmente e estruturalmente.

PS1: Qualquer pessoas que tenha trocado de time depois dos 8 anos não tem o menor direito de falar qualquer coisa sobre o assunto.
PS2: Provavelmente ele(a) será são-paulino(a).
PS3: Entenda as transferências dos times brasileiros com André Lopes, o mago do humor.













